Vincent Van Gogh, Girassóis,1889, Óleo
sobre tela, 95,0x73,0 cm. Van Gogh
Museum, Amsterdam.
Estive refletindo sobre os girassóis, sua capacidade de adaptação às diversas condições de latitude, longitude e fotoperíodo. Onde o girassol é usado na rotação de culturas, aumenta consideravelmente a produção posterior de outros grãos.
Com uma raiz chegando a medir quase 1 metro e meio de profundidade e um crescimento a partir do solo que pode chegar a 3 metros de altura, o girassol demonstra uma robustez e uma resistência admiráveis. Mas apesar de toda sua força e vigor, sua principal característica é um movimento chamado heliotropismo, que é o movimento feito por ele em direção ao sol.
Fico pensando em como o cristão se parece com os girassóis (ou deveria parecer), sua capacidade de superar as dificuldades com a esperança que as coisas possam melhorar, mudar. A preocupação com o próximo e a maneira mais adequada de lhe oferecer suporte em momentos de dificuldade. Sua firmeza e robustez compreendendo que todo o grito contra a injustiça vale a pena. E a capacidade de compreender que nada faz por si mesmo e que toda a sua força, esta nAquele que é o Sol da Justiça, que ilumina os caminhos daqueles que se deixam iluminar.
"Disse Jesus: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida." Jo 8.12
Quando escrevo estas palavras, tenho um desejo em meu coração
Que você olhe sempre para o Rei Sol, seja iluminado por essa luz maior
Que a transmita aos que são infelizes, desprezados e solitários
Que seja um girassol, toda hora, todo dia
Uma estrela que nasceu flor, para brilhar e encantar, ser e fazer feliz!
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